{"id":11442,"date":"2025-06-30T13:48:50","date_gmt":"2025-06-30T17:48:50","guid":{"rendered":"https:\/\/divulguems.com.br\/?p=11442"},"modified":"2025-06-30T13:48:50","modified_gmt":"2025-06-30T17:48:50","slug":"pesquisas-e-economia-sustentavel-na-amazonia-estao-no-criancas-sabidas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/divulguems.com.br\/?p=11442","title":{"rendered":"Pesquisas e economia sustent\u00e1vel na Amaz\u00f4nia est\u00e3o no Crian\u00e7as Sabidas"},"content":{"rendered":"<\/p>\n<p><a class=\"\" href=\"https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/radioagencia-nacional\/meio-ambiente\/audio\/2025-06\/pesquisas-e-economia-sustentavel-na-amazonia-estao-no-criancas-sabidas\"><br \/>\n                    <img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/cdn.jsdelivr.net\/gh\/sergiosdlima\/assets-ebc@1.0.0\/abr\/assets\/images\/logo-agenciabrasil.svg\" alt=\"Logo Ag\u00eancia Brasil\"><br \/>\n\t\t\t\t<\/a><\/p>\n<p>No segundo epis\u00f3dio da temporada Trilhinhas Amaz\u00f4nicas do\u00a0podcast &#8220;Crian\u00e7as Sabidas&#8221;, especialistas e pesquisadores apresentam de forma acess\u00edvel diferentes pesquisas cient\u00edficas que est\u00e3o sendo feitas na Amaz\u00f4nia. Tecnologias avan\u00e7adas, como o sistema LIDAR, est\u00e3o transformando a arqueologia ao revelar estruturas e cidades antigas escondidas sob a floresta, incluindo pir\u00e2mides e geoglifos que demonstram um\u00a0urbanismo ind\u00edgena de milhares de anos atr\u00e1s. O arque\u00f3logo Eduardo Neves, da USP, explicou como essa tecnologia revela vest\u00edgios do passado que permaneciam invis\u00edveis.<img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/ebc.png?id=1647471&#038;o=rss\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/ebc.gif?id=1647471&#038;o=rss\"><\/p>\n<p>O epis\u00f3dio tamb\u00e9m destaca o papel fundamental dos povos ind\u00edgenas e quilombolas na preserva\u00e7\u00e3o das \u00e1reas. E como a sabedoria tradicional tem sido essencial para orientar as pesquisas. O\u00a0bi\u00f3logo Emiliano Ramalho atua no monitoramento da\u00a0biodiversidade ac\u00fastica e comportamental dos animais na floresta, usando tecnologia para entender o impacto do desmatamento.<\/p>\n<\/p>\n<h3>Not\u00edcias relacionadas:<\/h3>\n<ul>\n<li><a href=\"https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/meio-ambiente\/noticia\/2025-03\/radioagencia-nacional-lanca-podcast-trilhas-amazonicas\">Radioag\u00eancia Nacional lan\u00e7a podcast Trilhas Amaz\u00f4nicas.<\/a><\/li>\n<\/ul>\n<p>J\u00e1 a cientista Luciana Gatti, do Inpe, revela que, atualmente, parte da Amaz\u00f4nia est\u00e1 emitindo mais gases do que absorvendo, um sinal de que a floresta est\u00e1 perdendo sua capacidade de regular o clima. As varia\u00e7\u00f5es regionais e o aumento acelerado da temperatura durante as secas severas representam amea\u00e7as diretas ao ecossistema e \u00e0 economia local, impactando o turismo, como o famoso encontro das \u00e1guas em Manaus.<\/p>\n<p>Para fortalecer a sustentabilidade, o epis\u00f3dio destaca iniciativas de turismo de base comunit\u00e1ria, com exemplos liderados por Pedro Nassar no Instituto Mamirau\u00e1 e Ilana Ribeiro no Quilombo Mumbuca, que promovem a conserva\u00e7\u00e3o e o desenvolvimento econ\u00f4mico integrando as comunidades locais. Eles mostram\u00a0a import\u00e2ncia de pr\u00e1ticas respons\u00e1veis, enquanto a especialista Isabel Grimm alerta para o papel do turismo na emiss\u00e3o de gases. Por isso, a busca por modelos sustent\u00e1veis, como a sociobioeconomia, apresentada por Valcleia dos Santos Lima,\u00a0da Funda\u00e7\u00e3o Amaz\u00f4nia Sustent\u00e1vel, que surge como uma alternativa vi\u00e1vel para valorizar os recursos naturais sem destru\u00ed-los.<\/p>\n<p>A s\u00e9rie Trilhinhas Amaz\u00f4nicas \u00e9 uma parceria da <a href=\"https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/radioagencia-nacional\"><strong>Radioag\u00eancia Nacional<\/strong><\/a> com a<strong> <a href=\"https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/\" target=\"_blank\">Ag\u00eancia Brasil<\/a><\/strong>. O roteiro \u00e9 baseado nas <a href=\"https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/tags\/trilhas-amazonicas\" target=\"_blank\">reportagens<\/a> de Rafael Cardoso e no podcast <a href=\"https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/radioagencia-nacional\/tags\/trilhas-amazonicas\" target=\"_blank\">Trilhas Amaz\u00f4nicas<\/a>.\u00a0<\/p>\n<p>Crian\u00e7as Sabidas \u00e9 uma produ\u00e7\u00e3o original da\u00a0<strong>Radioag\u00eancia Naciona<\/strong>l, um servi\u00e7o p\u00fablico de m\u00eddia da\u00a0<strong>EBC<\/strong>, a\u00a0<strong>Empresa Brasil de Comunica\u00e7\u00e3o<\/strong>. Voc\u00ea pode ouvir os outros epis\u00f3dios do\u00a0Crian\u00e7as Sabidas\u00a0aqui no<a href=\"https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/radioagencia-nacional\/tags\/criancas-sabidas\" target=\"_blank\"> site da Radioag\u00eancia<\/a> Nacional, <a href=\"https:\/\/open.spotify.com\/show\/2Qoyrb61U245It58jocnK8\" target=\"_blank\">nos\u00a0tocadores de \u00e1udio<\/a>\u00a0e com interpreta\u00e7\u00e3o em\u00a0Libras no Youtube.<\/p>\n<div class=\"accordion-container\"><button class=\"accordion\">\u00a0<span>Transcri\u00e7\u00e3o do epis\u00f3dio<\/span><\/button><\/p>\n<div class=\"panel\">\n<p><strong>VINHETA CRIAN\u00c7AS SABIDAS\ud83c\udfb6\u00a0\u00a0<\/strong><\/p>\n<p><strong>SUBVINHETA:\u00a0<\/strong>Trilhinhas Amaz\u00f4nicas<strong>\ud83c\udfb6\u00a0\u00a0<\/strong><\/p>\n<p><strong>SOBE SOM\ud83c\udfb6\u00a0\u00a0<\/strong><\/p>\n<p><strong>SUBVINHETA:\u00a0<\/strong> Epis\u00f3dio 2 \u2013 Turismo, ci\u00eancia e descobertas incr\u00edveis\u00a0<\/p>\n<p><strong>SOBE SOM\ud83c\udfb6\u00a0\u00a0<\/strong><\/p>\n<p><strong>MADU:<\/strong> Oi pessoal, voltamos com o segundo epis\u00f3dio do Crian\u00e7as Sabidas sobre a Amaz\u00f4nia. Eu sou Maria Eduarda Arcoverde, a perguntadeira.\u00a0<\/p>\n<p><strong>CAETANO:<\/strong> Eu sou Caetano Farias, o explicador. Hoje vamos conhecer alguns projetos desenvolvidos na floresta, no setor de turismo, bioeconomia, monitoramento dos bichos e do ar e at\u00e9 descobertas arqueol\u00f3gicas!\u00a0<\/p>\n<p><strong>MADU:<\/strong> UAU!! A Amaz\u00f4nia tem tesouros escondidos e cientistas descobrem as coisas tipo Indiana Jones?\u00a0<\/p>\n<p><strong>SOBE SOM\ud83c\udfb6\u00a0\u00a0<\/strong><\/p>\n<p><strong>AKEMI:<\/strong> Tem sim!! Mas os cientistas brasileiros n\u00e3o saem roubando \u00eddolos dos povos origin\u00e1rios nem escavando sem pedir licen\u00e7a. As pesquisas est\u00e3o revelando vest\u00edgios dos povos que viveram na Amaz\u00f4nia uns 13 mil anos atr\u00e1s. S\u00e3o hist\u00f3rias e conhecimentos que podem se perder junto com a derrubada da floresta. Ah, eu sou Akemi Nitahara, a jornalista aqui do poscast.\u00a0<\/p>\n<p><strong>MADU: <\/strong>Mas como descobre o que tem embaixo da floresta sem tirar as \u00e1rvores?\u00a0<\/p>\n<p><strong>CAETANO:<\/strong> Deve ser uma coisa super tecnol\u00f3gica!\u00a0<\/p>\n<p><strong>AKEMI:<\/strong> Tem muita tecnologia mesmo, Caetano. Mas o conhecimento dos povos ind\u00edgenas e quilombolas tamb\u00e9m \u00e9 fundamental. S\u00e3o eles que indicam onde pode ser interessante os cientistas pesquisarem. Da\u00ed entra em cena o Lidar, que vem do ingl\u00eas light detection and ranging.\u00a0<\/p>\n<p><strong>EDUARDO:<\/strong> Essa tal dessa nova tecnologia chamada LIDAR, n\u00e9? \u00c9 um sensor que vai preso a um drone, ele pode estar num avi\u00e3o, pode estar num helic\u00f3ptero, e emite milhares de feixes de ondas por segundo. A maioria deles bate na copa das \u00e1rvores e volta para a aeronave, n\u00e9, para o sensor. Mas alguns deles penetram atrav\u00e9s da copa das \u00e1rvores e permite que a gente veja a topografia do solo em \u00e1reas cobertas por floresta. Isso tem provocado uma revolu\u00e7\u00e3o na arqueologia em v\u00e1rios lugares do mundo, por exemplo, na zona Maia, a gente tem essas coisas, as pir\u00e2mides que aparecem aqui, n\u00e9, para fora da copa, mas tem um monte de estrutura que n\u00e3o \u00e9 vis\u00edvel e que t\u00e1 aparecendo agora. A gente quer usar esse tipo de tecnologia para identificar s\u00edtios arqueol\u00f3gicos em \u00e1reas amea\u00e7adas aqui na regi\u00e3o amaz\u00f4nica.\u00a0<\/p>\n<p><strong>AKEMI:<\/strong> Esse \u00e9 o arque\u00f3logo Eduardo Neves, professor e diretor do Museu de Arqueologia da USP, a Universidade de S\u00e3o Paulo. Ele trabalha h\u00e1 mais de 30 anos na Amaz\u00f4nia e coordena o projeto Amaz\u00f4nia Revelada: Mapeando Legados Culturais.\u00a0<\/p>\n<p><strong>EFEITO SONORO\ud83c\udfb6<\/strong><\/p>\n<p><strong>CAETANO:<\/strong> A topografia \u00e9 a ci\u00eancia que faz a descri\u00e7\u00e3o detalhada de um terreno, incluindo coisas como estradas, constru\u00e7\u00f5es, rios, \u00e1reas florestais e acidentes geogr\u00e1ficos. No caso do LAIDER, \u00e9 feito um mapa com imagens em 3D da \u00e1rea, mostrando as constru\u00e7\u00f5es que est\u00e3o escondidas embaixo da densa floresta.\u00a0<\/p>\n<p><strong>MADU:<\/strong> Caramba!! Tem pir\u00e2mides na Amaz\u00f4nia?\u00a0<\/p>\n<p><strong>AKEMI: <\/strong>Pir\u00e2mides e muito mais, Madu. J\u00e1 foram descobertas cidades ligadas por estradas e muitos canais de irriga\u00e7\u00e3o, para as planta\u00e7\u00f5es que esses povos faziam. E outras coisas que os cientistas ainda n\u00e3o descobriram o que s\u00e3o. Antes do Lidar, muitas descobertas arqueol\u00f3gicas surgiram em \u00e1reas desmatadas, por exemplo.\u00a0<\/p>\n<p><strong>EDUARDO:<\/strong> No sul do Amazonas, leste de Rond\u00f4nia, na Bol\u00edvia e no Acre, por causa do desmatamento, centenas de estruturas como essas t\u00eam sido reveladas. S\u00e3o estruturas geom\u00e9tricas e conectadas por estradas. Essa linha reta \u00e9 uma estrada arqueol\u00f3gica. Essas \u00e1reas hoje est\u00e3o cobertas por pastos e est\u00e3o sendo destru\u00eddas. Esses geoglifos s\u00e3o estruturas quadradas, retangulares. Isso era coberto de floresta. Tem pasto hoje porque foi desmatado nos \u00faltimos 40, 50 anos. N\u00e9? A gente n\u00e3o sabe confirmar, devia ser alguma forma de capoeira quando esses s\u00edtios foram ocupados.\u00a0<\/p>\n<p><strong>EFEITO SONORO\ud83c\udfb6<\/strong><\/p>\n<p><strong>CAETANO:<\/strong> Geoglifos s\u00e3o grandes desenhos feitos no ch\u00e3o por seres humanos e normalmente formam figuras geom\u00e9tricas. Os encontrados no Acre e em outros estados da Amaz\u00f4nia s\u00e3o de terra escavadas, com valas de at\u00e9 dez metros de largura e dois metros e meio de profundidade. A capoeira que o Eduardo fala n\u00e3o \u00e9 a dan\u00e7a e arte marcial criada pelos afro-brasileiros. Nesse caso, capoeira vem da biologia e se refere \u00e0 mata secund\u00e1ria, que cresce depois da derrubada de uma floresta.\u00a0<\/p>\n<p><strong>MADU:<\/strong> Isso \u00e9 muuuuito legal mesmo!! Mas espera a\u00ed, quer dizer que os pr\u00f3prios habitantes de antigamente derrubaram a floresta?\u00a0<\/p>\n<p><strong>AKEMI:<\/strong> Mais ou menos, Madu. Os cientistas mostraram que a pr\u00f3pria composi\u00e7\u00e3o da floresta pode ser fruto da interfer\u00eancia humana. Os povos criaram locais com terras mais f\u00e9rteis, chamadas de terras pretas, e plantavam muitas esp\u00e9cies usadas at\u00e9 hoje na alimenta\u00e7\u00e3o. Como a mandioca, amendoim, castanha, guaran\u00e1, abacaxi, batata doce, cacau, a\u00e7a\u00ed e a pupunha, uma \u00e1rvore que d\u00e1 um fruto e de onde se tira o palmito.\u00a0<\/p>\n<p><strong>EDUARDO: <\/strong>A ocupa\u00e7\u00e3o ind\u00edgena da Amaz\u00f4nia hoje a gente sabe que ela tem pelo menos 13 mil anos, ela \u00e9 t\u00e3o antiga, com exce\u00e7\u00e3o talvez de alguns lugares no Piau\u00ed, no Mato Grosso, outros lugares aqui na Am\u00e9rica do Sul. Que a Amaz\u00f4nia \u00e9 um centro independente de domestica\u00e7\u00e3o e cultivo de plantas, v\u00e1rias plantas importantes cultivadas no mundo inteiro foram primeiro cultivadas aqui. Que a gente percebe que houve um processo de transforma\u00e7\u00e3o, de cria\u00e7\u00e3o de paisagens por parte dos povos ind\u00edgenas, formando a Amaz\u00f4nia, que a gente conhece hoje em dia. Hoje em dia acho que a gente pode falar em urbanismo, n\u00e9, para alguns lugares da Amaz\u00f4nia. H\u00e1 arranjos de s\u00edtios arqueol\u00f3gicos que a gente pode tratar como evid\u00eancia de formas de urbanismo no passado.\u00a0<\/p>\n<p><strong>CAETANO:<\/strong> De acordo com os cientistas, entre OITO e DEZ MILH\u00d5ES de pessoas viviam em toda a regi\u00e3o amaz\u00f4nica quando Crist\u00f3v\u00e3o Colombo chegou no continente americano, em 1492. Foram encontradas pe\u00e7as de cer\u00e2micas com data de 7 mil anos, as mais antigas das Am\u00e9ricas!\u00a0<\/p>\n<p><strong>MADU:<\/strong> O que mais os cientistas est\u00e3o descobrindo na Amaz\u00f4nia? Sem derrubar a floresta, \u00e9 claro.\u00a0<\/p>\n<p><strong>AKEMI: <\/strong>Tem um grupo que monitora os bichos pelo som que eles fazem. Seja o canto dos p\u00e1ssaros, a vibra\u00e7\u00e3o da on\u00e7a-pintada ao caminhar pela mata ou a comunica\u00e7\u00e3o entre os peixes-boi na profundeza dos lagos.\u00a0<\/p>\n<p><strong>EMILIANO:<\/strong> O que a gente tem nesse sistema \u00e9 uma medi\u00e7\u00e3o de base sobre a diversidade ac\u00fastica dos animais na reserva e nos outros pontos da Amaz\u00f4nia. Ent\u00e3o, o que esse sistema gera de maneira autom\u00e1tica \u00e9 um sistema de alerta, porque a gente estabelece um padr\u00e3o ac\u00fastico daquele local, e qualquer mudan\u00e7a nesse padr\u00e3o a gente consegue detectar.\u00a0<\/p>\n<p><strong>AKEMI:<\/strong> Esse \u00e9 o bi\u00f3logo carioca Emiliano Ramalho, que mora h\u00e1 mais de duas d\u00e9cadas na Amaz\u00f4nia e atualmente \u00e9 diretor t\u00e9cnico cient\u00edfico do Instituto de Desenvolvimento Sustent\u00e1vel Mamirau\u00e1, que fica em Tef\u00e9, no interior do estado do Amazonas.\u00a0<\/p>\n<p><strong>CAETANO:<\/strong> O Instituto leva o nome da Reserva de Desenvolvimento Sustent\u00e1vel Mamirau\u00e1 e foi criado em 1999. \u00c9 uma Organiza\u00e7\u00e3o Social ligada ao Minist\u00e9rio da Ci\u00eancia, Tecnologia e Inova\u00e7\u00e3o. Faz pesquisa, manejo de recursos naturais e desenvolvimento social na regi\u00e3o do M\u00e9dio Solim\u00f5es. E mant\u00e9m a Pousada Uacari, um programa de turismo de base comunit\u00e1ria.\u00a0<\/p>\n<p><strong>MADU: <\/strong>Mas a gente fala de turismo daqui a pouco. Primeiro, eu quero saber de ci\u00eancias.\u00a0<\/p>\n<p><strong>AKEMI: <\/strong>Tudo bem, continuando com os cientistas. O Emiliano explicou que os sons da floresta funcionam como uma orquestra. E se faltar um instrumento, ou no caso deles, um bicho, d\u00e1 pra perceber que a variedade de sons diminuiu.\u00a0<\/p>\n<p><strong>EMILIANO:<\/strong> Voc\u00ea escuta aquela orquestra, voc\u00ea sabe que tem uma diversidade de sons na m\u00fasica. Mesmo voc\u00ea sendo leigo e n\u00e3o sabendo o que \u00e9 um violino o que \u00e9 um obo\u00e9 o que \u00e9 um saxofone voc\u00ea, n\u00e9, sem saber o que \u00e9 um viol\u00e3o. Ent\u00e3o se voc\u00ea escutar orquestra voc\u00ea entende que tem uma diversidade de sons ali. Se voc\u00ea come\u00e7a a tirar instrumentos e simplificar a orquestra voc\u00ea consegue, mesmo sem saber os instrumentos, voc\u00ea consegue dizer que est\u00e1 simplificando a orquestra, n\u00e9? A diversidade de sons vai diminuir. Ent\u00e3o, mesmo que a gente n\u00e3o identifique todas as esp\u00e9cies, a gente est\u00e1 escutando a orquestra completa. Quando a gente come\u00e7ar a tirar os instrumentos, voc\u00ea vai detectar isso.\u00a0<\/p>\n<p><strong>AKEMI:<\/strong> O Emiliano tamb\u00e9m usa outros equipamentos, como c\u00e2meras e colares para entender como os animai se comportam na natureza.\u00a0<\/p>\n<p><strong>CAETANO:<\/strong> Claro, porque se tiver alguma pessoa olhando, os bichos agem de forma diferente!\u00a0<\/p>\n<p><strong>EMILIANO:<\/strong> A tecnologia permite a gente observar um n\u00edvel de comportamento e um n\u00famero de esp\u00e9cies que \u00e9 imposs\u00edvel observar sem a tecnologia, n\u00e9. Quando a gente fala de som, a gente fala de observar os bichos se comunicando dentro d&#8217;\u00e1gua, n\u00e9. Quando a gente fala de colar, a gente fala de ficar observando uma on\u00e7a com um filhote que a gente n\u00e3o conseguia observar antes. Porque quando voc\u00ea vai andar atr\u00e1s do bicho, mesmo que voc\u00ea consiga ver o bicho, o bicho est\u00e1 mudando o comportamento porque voc\u00ea est\u00e1 l\u00e1. Ela n\u00e3o exclui a necessidade muitas vezes de ter o ser humano indo em campo, mas ela \u00e9 o nosso s\u00e9timo sentido, a\u00ed, que ela permite a gente ter uma percep\u00e7\u00e3o que seria imposs\u00edvel s\u00f3 com os equipamentos naturais que a gente tem.\u00a0<\/p>\n<p><strong>MADU:<\/strong> Mas essas observa\u00e7\u00f5es s\u00e3o nas \u00e1reas preservadas, n\u00e9? Tem pesquisa pra saber os problemas causados pela derrubada da floresta?\u00a0<\/p>\n<p><strong>AKEMI: <\/strong>Claro! Vamos agora para as alturas, verificar como os sinais do desmatamento e da crise clim\u00e1tica s\u00e3o percebidos no ar.\u00a0<\/p>\n<p><strong>LUCIANA:<\/strong>\u00a0 Eu sou a Luciana Gatti, cientista do Inpe, coordeno o laborat\u00f3rio de g\u00e1s de efeito estufa no Inpe, e sou especializada em fazer coleta com avi\u00e3o na Amaz\u00f4nia, pros gases de efeito estufa.\u00a0<\/p>\n<p><strong>CAETANO:<\/strong> Gases de efeito estufa a gente j\u00e1 conhece, lembram? S\u00e3o os que causam o aquecimento global, como o g\u00e1s carb\u00f4nico na fuma\u00e7a dos carros e o metano emitido por lix\u00f5es e pela agropecu\u00e1ria. A Luciana \u00e9 qu\u00edmica e trabalha no Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais.\u00a0<\/p>\n<p><strong>AKEMI:<\/strong> Ela pesquisa mudan\u00e7as clim\u00e1ticas desde 2003, com foco no papel da Amaz\u00f4nia na emiss\u00e3o e absor\u00e7\u00e3o de carbono. E o que ela j\u00e1 descobriu \u00e9 assustador.\u00a0<\/p>\n<p><strong>LUCIANA:<\/strong> O que n\u00f3s aprendemos aqui, \u00e9 uma sequ\u00eancia de mais de mil coletas usando avi\u00e3o na Amaz\u00f4nia, ao longo desse per\u00edodo. O avi\u00e3o coleta em v\u00e1rias alturas e a gente depois pode calcular as emiss\u00f5es de carbono ou metano ou N2O ou CO. Acima de zero, n\u00f3s estamos falando de emiss\u00e3o, abaixo de zero, n\u00f3s estamos falando de absor\u00e7\u00e3o, remo\u00e7\u00e3o de carbono da atmosfera. E voc\u00eas podem ver que nessas quatro regi\u00f5es, quando a gente vai l\u00e1 para o resultado, fala que a Amaz\u00f4nia virou uma fonte de carbono.\u00a0<\/p>\n<p><strong>MADU: <\/strong>Como assim a Amaz\u00f4nia virou fonte de carbono??!!? As \u00e1rvores n\u00e3o absorvem o carbono do ar?\u00a0<\/p>\n<p><strong>AKEMI:<\/strong> \u00c9 isso mesmo, Madu. As an\u00e1lises da Luciana mostram que, atualmente, a floresta emite mais gases do efeito estufa do que absorve. Mas isso varia bastante entre as quatro \u00e1reas pesquisadas.\u00a0<\/p>\n<p><strong>LUCIANA:<\/strong> N\u00f3s temos quatro grandes \u00e1reas, vamos chamar Nordeste, Sudeste, Noroeste, Sudoeste. Se voc\u00eas olham esses n\u00fameros, tem uma discrep\u00e2ncia gigantesca entre uma regi\u00e3o e outra da Amaz\u00f4nia. Por qu\u00ea? Bom, a primeira coisa que come\u00e7ou a dar luz, a gente calculou quanto cada \u00e1rea tava desmatada. Essa que mais emite j\u00e1 foi 37% desmatada. Essa daqui foi desmatada 28% e a segunda que mais emite. Essa daqui que t\u00e1 quase que neutra, quase que a floresta consegue compensar tudo que as emiss\u00f5es humanas jogam na atmosfera, mas o desmatamento \u00e9 bem menor, veja. Ele \u00e9 menos da metade do que o desmatamento l\u00e1 na regi\u00e3o nordeste da Amaz\u00f4nia.\u00a0<\/p>\n<p><strong>CAETANO:<\/strong> A Luciana explicou que a floresta est\u00e1 perdendo a capacidade de regular o clima. A situa\u00e7\u00e3o j\u00e1 est\u00e1 muito perto do tal ponto de n\u00e3o retorno.\u00a0<\/p>\n<p><strong>LUCIANA:<\/strong> Vamos olhar s\u00f3 durante a esta\u00e7\u00e3o seca, que \u00e9 o pior de tudo. J\u00e1 foi medido assim na altura da copa das \u00e1rvores, nessa regi\u00e3o, uma temperatura de 50 graus. Como \u00e9 que uma \u00e1rvore de uma floresta tropical \u00famida vai sobreviver a 50 graus? Ela no m\u00ednimo para de fazer fotoss\u00edntese, hiberna, esperando chover, a temperatura amainar, e se isso se prolonga muito, ela morre. Na verdade, esse aumento nem \u00e9 mais linear. Que que quer dizer isso? Que o aumento da temperatura t\u00e1 andando cada vez mais r\u00e1pido. Ele est\u00e1 acelerando. Deveria ser decretado estado de emerg\u00eancia e proibir qualquer desmatamento, fazermos um esfor\u00e7o gigantesco de recupera\u00e7\u00e3o de \u00e1reas florestais para n\u00e3o perder o resto da Amaz\u00f4nia.\u00a0<\/p>\n<p><strong>MADU:<\/strong> E como a emerg\u00eancia clim\u00e1tica atrapalha o turismo na Amaz\u00f4nia?\u00a0<\/p>\n<p><strong>RODRIGO:<\/strong> Quando fica muito seco, que nem esse ano foi uma das quartas secas mais hist\u00f3ricas durante 120 anos no Amazonas. Ent\u00e3o, prejudica um pouco o turismo, porque muitas pessoas deixam de vir para Manaus por causa da seca. Ent\u00e3o, o turismo, ele diminui. A focagem de jacar\u00e9, que a gente tem muito durante a noite, param porque na seca fica dif\u00edcil de jacar\u00e9.\u00a0<\/p>\n<p><strong>CAETANO:<\/strong> Esse \u00e9 o Rodrigo Amorim, piloto de lancha e guia que leva turistas para ver o encontro dos rios Negro e Solim\u00f5es. O Rafael Cardoso explicou isso no podcast Trilhas Amaz\u00f4nicas.\u00a0<\/p>\n<p><strong>RAFAEL: <\/strong>O turismo na Amaz\u00f4nia gira em torno dos rios. A perda de volume no principal meio de transporte impacta diretamente as atividades. Os extremos clim\u00e1ticos de 2024 mudaram at\u00e9 o passeio mais ic\u00f4nico nos arredores de Manaus: o encontro das \u00e1guas. Visualizar a jun\u00e7\u00e3o da \u00e1gua barrenta do Rio Solim\u00f5es com a \u00e1gua escura do Rio Negro, para formar o Rio Amazonas, ficou prejudicada.\u00a0<\/p>\n<p><strong>MADU:<\/strong> E como resolver isso? A crise clim\u00e1tica \u00e9 um problema global!\u00a0<\/p>\n<p><strong>AKEMI: <\/strong>Com certeza, Madu. A professora Isabel Grimm, doutora em meio ambiente e desenvolvimento pela Universidade Federal do Paran\u00e1, explica que o turismo \u00e9 um dos principais respons\u00e1veis pelas emiss\u00f5es.\u00a0<\/p>\n<p><strong>ISABEL:<\/strong> A atividade tur\u00edstica, ela se desenvolve principalmente em fun\u00e7\u00e3o do tempo e do clima, que s\u00e3o coisas diferentes. E o turismo, al\u00e9m de ser impactado pelas mudan\u00e7as clim\u00e1ticas, pelos eventos extremos das mudan\u00e7as clim\u00e1ticas, na forma de calor intenso, inunda\u00e7\u00f5es, secas extremas, furac\u00f5es, enfim, todo evento que tem ocorrido cada vez mais e com maior frequ\u00eancia, ent\u00e3o tem impactado a atividade tur\u00edstica, mas, ao mesmo tempo, a gente tem que sempre lembrar que o turismo tamb\u00e9m \u00e9 um grande tribut\u00e1rio das emiss\u00f5es de gases de efeito estufa. Ent\u00e3o, tem sempre os dois lados que devem ser observados.\u00a0<\/p>\n<p><strong>EFEITO SONORO\ud83c\udfb6<\/strong>\u00a0<\/p>\n<p><strong>CAETANO:<\/strong> Tribut\u00e1rio vem de tributo, que quer dizer imposto. Aquele valor que se paga para o Estado manter todas as coisas funcionando. Nesse caso, tribut\u00e1rio \u00e9 aquele que contribui muito para a crise clim\u00e1tica. Claro, n\u00e9, porque pra fazer turismo, as pessoas viajam, seja de avi\u00e3o, de \u00f4nibus ou de carro. Precisa de estrutura com muita energia el\u00e9trica e muitos produtos e servi\u00e7os pra atender os turistas.\u00a0<\/p>\n<p><strong>AKEMI:<\/strong> Mas existem alternativas pra esse chamado \u201cturismo de massa\u201d, que quer cada vez mais pessoas viajando e consumindo. \u00c9 o turismo de base comunit\u00e1ria, que se preocupa com a forma de vida da comunidade e com a conserva\u00e7\u00e3o do ambiente.\u00a0<\/p>\n<p><strong>MADU:<\/strong> Parece bem interessante&#8230; Como funciona?\u00a0<\/p>\n<p><strong>AKEMI:<\/strong> Vamos voltar para Tef\u00e9, no interior do Amazonas, pra conhecer um exemplo com o Pedro Nassar. Ele \u00e9 coordenador do programa de turismo de base comunit\u00e1ria do Instituto Mamirau\u00e1, que mant\u00e9m a Pousada Uacari.\u00a0<\/p>\n<p><strong>PEDRO:<\/strong> O turismo de base comunit\u00e1ria n\u00e3o visa a explora\u00e7\u00e3o do turismo normal, que \u00e9 muita quantidade de gente, fazer de qualquer jeito, as pessoas chegarem no lugar e irem embora, como se nada tivesse acontecido, n\u00e9. Ele sempre tem um monte de experi\u00eancia por tr\u00e1s, isso do ponto de vista do turista, n\u00e9? Mas \u00e9 importante que o TBC tenha uma participa\u00e7\u00e3o efetiva local, seja onde for a comunidade, a gente fala muito em Amaz\u00f4nia, comunidades ribeirinhas, terras ind\u00edgenas e tal, mas pode ter um turismo de base comunit\u00e1ria na cidade, com uma outra realidade, n\u00e9? O importante \u00e9 que as pessoas participem nos processos ali, n\u00e3o sejam meramente trabalhadores, que v\u00e3o l\u00e1, cumpram sua fun\u00e7\u00e3o e v\u00e3o embora para casa. Porque o que a gente tamb\u00e9m fala muito \u00e9 dos benef\u00edcios que s\u00e3o advindos do turismo tem que ir para a comunidade, n\u00e9.\u00a0<\/p>\n<p><strong>CAETANO:<\/strong> Esse tipo de turismo tamb\u00e9m \u00e9 chamado de sustent\u00e1vel ou de baixo carbono.\u00a0<\/p>\n<p><strong>AKEMI:<\/strong> Agora vamos para o Quilombo Mumbuca, no Jalap\u00e3o, em Tocantins, com a Ilana Ribeiro Cardoso. Ela ajuda a comunidade a organizar restaurantes, pousadas e roteiros para que turistas conhe\u00e7am de forma mais aut\u00eantica a comunidade e a hist\u00f3ria do quilombo.\u00a0<\/p>\n<p><strong>ILANA: <\/strong>Quando \u00e9 sustent\u00e1vel, \u00e9 cuidado. E quem cuida \u00e9 a comunidade. Ent\u00e3o o turismo, ele tem que vir de baixo, n\u00e3o de cima, sabe? Ent\u00e3o tem que vir da comunidade que est\u00e1 l\u00e1. Ent\u00e3o a base tem que ser a comunidade, porque n\u00f3s sabemos como cuidar. N\u00f3s sabemos a quantidade de pessoas que podem entrar no fervedor, a quantidade de pessoas que podem ir no campo de capim, a gente sabe a quantidade de pessoas que podem ir em uma vereda, numa nascente. Ent\u00e3o, assim, tem que ter esse cuidado. A gente n\u00e3o est\u00e1 pensando s\u00f3 na quest\u00e3o do lucro, n\u00e9? A gente est\u00e1 pensando que aquele momento pode ter aquele lucro, mas e depois? Se a gente n\u00e3o cuidar, se exagerar com a quantidade que foi pesquisado, estudado. E o turismo sustent\u00e1vel, ele d\u00e1 essa possibilidade, porque o guia \u00e9 local, ele est\u00e1 deixando dinheiro na comunidade.\u00a0<\/p>\n<p><strong>MADU:<\/strong> Que bacana!!! Que outras formas as comunidades podem conseguir se manter sem precisar mudar seu jeito de viver e sem derrubar a floresta?\u00a0<\/p>\n<p><strong>AKEMI:\u00a0<\/strong>Tem as experi\u00eancias da sociobioeconomia tamb\u00e9m.\u00a0<\/p>\n<p><strong>EFEITO SONORO\ud83c\udfb6<\/strong><\/p>\n<p><strong>CAETANO:<\/strong> Bioeconomia \u00e9 um modelo de produ\u00e7\u00e3o industrial que usa recursos da floresta. Ou seja, produtos como cupua\u00e7u, a\u00e7a\u00ed, castanha do Par\u00e1 e urucum s\u00e3o colhidos na mata para serem processados nas cidades grandes, como Manaus e Bel\u00e9m, para virarem sucos, temperos, congelados e farinhas, por exemplo.\u00a0<\/p>\n<p><strong>AKEMI:<\/strong> O \u201cs\u00f3cio\u201d entra na forma como as comunidades tradicionais s\u00e3o inclu\u00eddas no processo. Quem explica pra gente \u00e9 a Valcleia dos Santos Lima, da Funda\u00e7\u00e3o Amaz\u00f4nia Sustent\u00e1vel.\u00a0<\/p>\n<p><strong>VALCL\u00c9IA:<\/strong> A gente fala muito da sociobioeconomia, n\u00e9? Porque ela valoriza n\u00e3o s\u00f3, ali, o ambiente, tudo aquilo que tem \u00e0 sua volta, mas tamb\u00e9m envolve essa quest\u00e3o da gente criar um ambiente sustent\u00e1vel, com uma tecnologia que possa ser adaptada ou melhorada atrav\u00e9s de processos e servi\u00e7os, n\u00e9. Como que a gente leva as a\u00e7\u00f5es para dentro das comunidades, fazer com que as a\u00e7\u00f5es voltadas para a gera\u00e7\u00e3o de renda dentro dos territ\u00f3rios, eles possam gerar o impacto que s\u00e3o necess\u00e1rios para melhorar as condi\u00e7\u00f5es econ\u00f4micas de quem vive ali nela, n\u00e9.\u00a0<\/p>\n<p><strong>MADU:<\/strong> Nossa, \u00e9 muita informa\u00e7\u00e3o. Por enquanto, vamos ficando por aqui. Acho que vou ter que ouvir de novo pra entender tudo direitinho.\u00a0<\/p>\n<p><strong>CAETANO:<\/strong> O bom do podcast \u00e9 que fica tudo salvo e voc\u00ea pode voltar quantas vezes quiser! Se ainda n\u00e3o ouviu, aproveita e procura o primeiro epis\u00f3dio desta s\u00e9rie.\u00a0<\/p>\n<p><strong>SOBE SOM\u00a0\ud83c\udfb6<\/strong><\/p>\n<p><strong>CR\u00c9DITOS\u00a0<\/strong><\/p>\n<p><strong>MADU:<\/strong> Aqui no Crian\u00e7as Sabidas, voc\u00ea ouviu o segundo epis\u00f3dio do Trilhinhas Amaz\u00f4nicas, uma parceria da Radioag\u00eancia Nacional com a Ag\u00eancia Brasil. S\u00e3o dois servi\u00e7os p\u00fablicos de m\u00eddia da EBC, a Empresa Brasil de Comunica\u00e7\u00e3o. Eu sou a Maria Eduarda Arcoverde, a perguntadeira.\u00a0<\/p>\n<p><strong>CAETANO:<\/strong> Eu sou Caetano Farias, o explicador. O roteiro de Akemi Nitahara foi baseado na reportagem de Rafael Cardoso.\u00a0<\/p>\n<p><strong>MADU:<\/strong> A apresenta\u00e7\u00e3o e montagem tamb\u00e9m s\u00e3o de Akemi Nitahara.\u00a0<\/p>\n<p><strong>CAETANO:<\/strong> O \u00e1udio do professor Eduardo Goes Neves pegamos no Youtube, da apresenta\u00e7\u00e3o que ele fez sobre o projeto Amaz\u00f4nia Revelada na reuni\u00e3o de 2024 da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ci\u00eancia. Voc\u00ea encontra mais detalhes sobre o projeto no site amazoniarevelada.com.br.\u00a0<\/p>\n<p><strong>MADU:<\/strong> E o \u00e1udio da pesquisadora Luciana Gatti foi da participa\u00e7\u00e3o dela em uma reuni\u00e3o da Comiss\u00e3o Especial de Preven\u00e7\u00e3o e Aux\u00edlio a Desastres Naturais da C\u00e2mara dos Deputados, em mar\u00e7o de 2024.\u00a0<\/p>\n<p><strong>AKEMI:<\/strong> A edi\u00e7\u00e3o e coordena\u00e7\u00e3o de processos s\u00e3o de Beatriz Arcoverde, que tamb\u00e9m faz a implementa\u00e7\u00e3o web junto com Lincoln Ara\u00fajo.\u00a0<\/p>\n<p>Caio Freire Cardoso Oliveira grava o t\u00edtulo dos nossos epis\u00f3dios.\u00a0<\/p>\n<p>Trabalhos t\u00e9cnicos de Jaime Batista e Tony Godoy.\u00a0<\/p>\n<p>A arte fica por conta de Caroline Ramos.\u00a0<\/p>\n<p>Interpreta\u00e7\u00e3o em Libras da equipe de tradu\u00e7\u00e3o da EBC.\u00a0<\/p>\n<p>As m\u00fasicas tema originais do Crian\u00e7as Sabidas e do Trilhas Amaz\u00f4nicas foram composta por Ricardo Vilas. Tamb\u00e9m usamos a m\u00fasica Japur\u00e1 River, de Uakti e Philip Glass.\u00a0<\/p>\n<p>A m\u00fasica tema da s\u00e9rie de filmes Indiana Jones \u00e9 do maestro John Williams. N\u00f3s pegamos uma vers\u00e3o apresentada pela Orquestra Sinf\u00f4nica da Cesgranrio no programa Partituras, da TV Brasil, gravada em 2019.<\/p>\n<p><strong>CAETANO:<\/strong> No \u00faltimo epis\u00f3dio, vamos falar de arte, educa\u00e7\u00e3o e jovens lideran\u00e7as. At\u00e9 a pr\u00f3xima semana!\u00a0<\/p>\n<p><strong>MADU:<\/strong> Tchauzinho!\u00a0<\/p>\n<p><strong>SOBE SOM \ud83c\udfb6<\/strong><\/p>\n<\/div>\n<p><button class=\"accordion\">\u00a0<span>Videocast em Libras<\/span><\/button><\/p>\n<div class=\"panel\">Em breve<\/div>\n<p><button class=\"accordion\"><svg fill=\"none\" height=\"24\" viewbox=\"0 0 24 24\" width=\"24\" xmlns=\"http:\/\/www.w3.org\/2000\/svg\"> <g clip-path=\"url(#clip0_1_77)\"> <path d=\"M12 21C16.9706 21 21 16.9706 21 12C21 7.02944 16.9706 3 12 3C7.02944 3 3 7.02944 3 12C3 16.9706 7.02944 21 12 21Z\" stroke=\"white\" stroke-linecap=\"round\" stroke-linejoin=\"round\"><\/path> <path d=\"M16.7906 10.1531C15.306 9.39364 13.6619 8.99838 11.9942 9.00001C10.3265 9.00164 8.6832 9.40012 7.20001 10.1625\" stroke=\"white\" stroke-linecap=\"round\" stroke-linejoin=\"round\"><\/path> <path d=\"M15.4031 12.8156C14.3473 12.2781 13.179 11.9986 11.9942 12.0002C10.8094 12.0019 9.64185 12.2845 8.58749 12.825\" stroke=\"white\" stroke-linecap=\"round\" stroke-linejoin=\"round\"><\/path> <path d=\"M14.0156 15.4781C13.3909 15.1618 12.7002 14.998 12 15C11.2972 15.0014 10.6042 15.165 9.97501 15.4781\" stroke=\"white\" stroke-linecap=\"round\" stroke-linejoin=\"round\"><\/path> <\/g> <defs> <clippath> <rect fill=\"white\" height=\"24\" width=\"24\"><\/rect> <\/clippath> <\/defs> <\/svg> <span>Epis\u00f3dios no Spotify<\/span><\/button><\/p>\n<div class=\"panel\"><iframe allow=\"autoplay; 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